É amor quando lhes damos a mão e assistimos ao último suspiro. É amor quando lhes podemos oferecer um mimo, uma refeição quente ou fria, seja ela a última ou não. É amor quando estamos lá, quando eles nos querem lá, quando nos pedem para estar lá. É amor quando lhes ouvimos as primeiras palavras depois de uma crise, ou as últimas antes da partida. Quando nos pedem a mão. Quando nos dizem "Obrigada, por estar aí!", "Obrigada por cuidar de mim!", "Já chegaste meu amor? Tive medo de não te voltar a ver!" É amor quando lhes damos conforto e eles nem sabem o tanto que nos dão deles. É amor quando passamos a barreira da família e passamos a fazer parte da deles. Quando nos acolhem e reconhecem como uma filha, como uma nora, como uma neta, como uma amiga. É amor, quando eles representam um bocadinho de nós, dos nossos medos, das nossas inseguranças, das nossas vivências... Mas também das nossas alegrias, do nosso choro descontrolado e das risadas sem...
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