e de repente, olho á minha volta e está tudo mudado. as paredes que tanto de mim sabem ficaram lá atrás, as almofadas que de tantas coisas foram testemunhas lá ficaram.. e agora é tudo novo, como um renascer em grande. como um renovar. como uma segunda vida. agora tenho paz, a paz que tanto procurava. já merecia. só me faz falta uma coisa: o meu menino, os beijinhos dele ao acordar, e ao adormecer... vê-lo dormir, brincar com ele. uma parte de mim ficou lá, com ele, talvez a maior. um dia volto, para o trazer comigo.
O que fazemos ao amor quando não lhe podemos tocar? Quando não temos forma de materializar tudo aquilo que nos invade a alma? Quando não temos o beijo, o abraço, aquele toque tão característico? Aquele que é, sem dúvida, o veículo que nos ajuda a fazer os outros perceberem que gostamos deles, que nos são queridos e que os queremos ali, bem perto de nós. Queremos tocar, porque sentimos, porque o SENTIR e o SER são o combustível da alma. E é, precisamente aí, que gosto de tocar em cada um, em cada pedacinho de ser que amo. Sentir o amor em nós é um ato de muita responsabilidade. É muito especial quando amamos alguém... Quando alguém nos dá a capacidade para voar (mesmo sem asas), para ser (mesmo sem ter), para sonhar, para ter e conquistar. Não gosto de pensar no amor como uma luta, mas como uma construção diária. Todos os dias temos as coisas boas, os sorrisos, as brincadeiras.... mas também temos os dias maus, o mau humor, a palavra mal dita, o...