(nunca vás.) e obrigada.
por dares sentido aos meus dias, mesmo quando eles são cada vez mais escuros, cada vez mais cinzentos. tu. estás sempre aí. ao meu lado. para me acolher. para me dar colo. mesmo quando te ignoro. tu. tão em silêncio. vais entrando. vais conquistando. vais ficando... apanhas-te cada bocadinho do meu coração, e divertes-te a colá-lo e é assim que vais aprendendo a estar em mim, comigo. estás a preparar o plano perfeito. estás a conhecer tudo aquilo em que não vais falhar. para que eu não possa, simplesmente, dizer-te não..... mas deixa-me, também, começar a descer desse pedestal onde me colocaste. deixa-me mostrar-te que sou real. que tenho fraquezas, e que são muitas mais que aquelas que conheces. deixa-me apresentar-me, antes que tu me queiras. Não quero que te desiludas. Não quero que sejas mais um a ir embora. a ti, quero que fiques. podes?
O que fazemos ao amor quando não lhe podemos tocar? Quando não temos forma de materializar tudo aquilo que nos invade a alma? Quando não temos o beijo, o abraço, aquele toque tão característico? Aquele que é, sem dúvida, o veículo que nos ajuda a fazer os outros perceberem que gostamos deles, que nos são queridos e que os queremos ali, bem perto de nós. Queremos tocar, porque sentimos, porque o SENTIR e o SER são o combustível da alma. E é, precisamente aí, que gosto de tocar em cada um, em cada pedacinho de ser que amo. Sentir o amor em nós é um ato de muita responsabilidade. É muito especial quando amamos alguém... Quando alguém nos dá a capacidade para voar (mesmo sem asas), para ser (mesmo sem ter), para sonhar, para ter e conquistar. Não gosto de pensar no amor como uma luta, mas como uma construção diária. Todos os dias temos as coisas boas, os sorrisos, as brincadeiras.... mas também temos os dias maus, o mau humor, a palavra mal dita, o...