Tenho-me perguntado se não pensas em mim. Se não sentes a minha falta. Eu penso tanto em ti que acho até irritante. Pergunto-me se estás bem, se ainda te doí a cabeça à noite, antes de dormir, se andas a comer em condições ou te limitar à tua fast food que tão mal te faz às artérias. É tão irritante ir na rua e todos os carros parecidos com o teu me fazerem lembrar de ti.
Estás Feliz? És feliz quando sais com outras? Quando as levas a lugares que íamos juntos? És feliz assim, sem mim? Quando te deitas sem borboletas na barriga? Quando ninguém repara no melhor de ti, naquilo que tens aí dentro? Como permites que te tratem como mais um quando tu és tão especial? Como te permites não ser feliz e não te deitar, todos os dias, com um sorriso no rosto?
Sabes que mereces mais do que o mundo te pode oferecer? É por isso que te sentes tão deslocado, tão lunático. Deixa-me dizer-te que acredito nos teus sonhos... até porque já fui um deles.
Estive o tempo suficiente dentro de ti para perceber o quão fantástico és.
Lamento que quando olhas ao espelho, não vejas a grandiosidade que vejo quando te olho nos olhos.
Não permitas que te digam o que não és ou que te mutilem os sonhos.
Voa. E acredita! Em ti, principalmente.
Permite-te voar na loucura do desconhecido, onde não há nada além das tuas capacidades. E sorri. És capaz de destruir o que quer que seja com esse sorriso. Permite-te ser feliz, de verdade.
Não faças mais da tua vida um rascunho. Um tanto faz. Um amanhã vê-se ou um vai-se andando.
És inteiro. Exige-te sê-lo, também, em felicidade.
Sabes que te amo mais do que a qualquer outra coisa no mundo? Permite-te lembrar disso. Permite-te perceber que vais ser sempre o meu menino, o meu bebê, e por isso, és livre. De todas as músicas que ouvi contigo, aquela que mais gosto é a suave melodia das tuas contrações auriculo-ventriculares.
Sabes... Não me esqueço de ti. Mesmo que não estejas mais.
E... quando me falam em amor, permite-me que te diga que é do teu nome que me lembro.
E... quando me falam em amor, permite-me que te diga que é do teu nome que me lembro.
Permite-te então, também, lembrar, voar, ser... mas nunca, entristecer.